Tratamento de Água

Febrava

Febrava é o principal evento da cadeia de AVAC-R (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração), tratamento do ar e água da América Latina, abrangendo todos os setores deste mercado.
Um local ideal para varejistas, distribuidores, engenheiros, instaladores, projetistas e técnicos realizarem negócios, aprimorarem conhecimentos e acompanharem de perto as inovações e tendências tecnológicas.

 

https://www.febrava.com.br/Credenciamento/EMAIL-CONVITE-FEBRAVA4

Leonardo Cozac palestrará no 7º Congresso Infra Minas Gerais

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Conforlab : Encontro Técnico Hospitalar

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Projetar visando a boa qualidade do ar pode determinar o resultado de uma reunião

Os seres humanos podem sobreviver 30 dias sem comer, 3 dias sem beber, mas apenas 3 minutos sem respirar. Naturalmente, a nossa necessidade de ar é constante, dependemos dele em todos os momentos, tanto em ambientes internos como externos, embora muitas vezes este seja menos limpo do que o esperado. Odores desagradáveis nos alertam para um ar ruim, mas muitas substâncias irritantes e gases insalubres não são facilmente detectáveis pelo cheiro embora ainda afetem nossa saúde. Os cheiros são o sinal mais óbvio, pois são conscientemente percebidos pelo cérebro e pelo sistema nervoso, permitindo-nos fazer julgamentos sobre o nosso ambiente.

O site Arch Daily publicou um artigo sobre como “Projetar visando a boa qualidade do ar pode determinar o resultado de uma reunião”

Leia o artigo na íntegra clicando aqui

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ABRAVA fala à TV CÂMARA sobre O PMOC e Qualidade do Ar Interno – Participações de Engs. Arnaldo Parra e Leonardo Cozac

Os representantes da ABRAVA, os engenheiros Arnaldo Parra e Leoanrdo Cozac participaram do Programa Decisões & Argumentos junto ao Vereador Natalini (PV), na TV Câmara SP, na pauta o PMOC e a Qualidade do Ar Interior.

https://abrava.com.br/abrava-fala-na-tv-camara-sobre-o-pmoc-e-qualidade-do-ar-interno-participacoes-de-ens-arnaldo-parra-e-leonardo-cozac-assistam/

 

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8º QAI – Abrava – Ashrae – Senai Ipiranga

A Conforlab esteve presente como patrocinadora na 8º QAI Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores no Senai Ipiranga.

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A QUALIDADE DO AR NAS SALAS DE AULA ESTÁ SENDO NEGLIGENCIADA?

A dimensão e o foco da qualidade do ambiente interno (QAI) não é novidade. Mas quando se trata de escolas, parece que apontar o desempenho de nossos professores é bem mais fácil do que indicar a qualidade do ambiente construído e a sua QAI.

A QAI em edifícios comerciais tem recebido a atenção da imprensa ultimamente, principalmente após a morte do ex-ministro das comunicações Sérgio Motta e a consequente publicação da Portaria 3.523 pelo Ministério da Saúde em 28 de agosto de 1998.

Diversas legislações e normas técnicas foram publicadas no Brasil desde então, bem como inspeções e fiscalização por agentes sanitários, trabalhistas e de conselhos de órgãos de classe em sistemas de ar condicionado.

“World Green Building Council” divulgou um relatório importante em setembro do ano passado, “Health, Wellbeing and Productivity in Offices: The next chapter for green building” (Saúde, bem-estar e produtividade em escritórios: O próximo capítulo para a construção verde), que tem gerado maior interesse na indústria de imóveis e construção.

Porém, pode-se argumentar que são as escolas, juntamente com a assistência à saúde, que têm as maiores implicações quando se trata da diferença entre bom e mau desempenho de QAI. Os alunos gastam cerca de 4 a 5 horas diárias, cinco dias por semana, 40 semanas por ano, durante aproximadamente 13 anos em salas de aula. O desempenho desses espaços é muito importante para o desenvolvimento dos alunos.

 

VENTILAÇÃO E CO2

A Resolução 09 de 16 de janeiro de 2003 da ANVISA – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, bem como outros órgãos internacionais, recomenda o máximo de 1000 partes por milhão (ppm) de CO2 para ambientes internos.

A ventilação inadequada faz com que CO2 e contaminantes do ar interior se acumulem em espaços ocupados. Em um grande número de escolas, os níveis de dióxido de carbono (como um indicador da eficiência da ventilação) passam de 3.000 ppm. Isso ocorre geralmente em salas ocupadas, frequentemente no verão, estação em que as salas de aulas são fechadas com ar condicionado e obviamente ficam sem ventilação adequada.

Esses níveis indicados para escritórios comerciais são levados em consideração para ajudar na concentração, estratégia, desempenho e produtividade dos funcionários. De fato, o estudo de 2012 chamado “O CO2 é um poluente de interior? Efeitos diretos de concentrações baixas a moderadas de CO2 no desempenho humano da tomada de decisão”, Satish et al descobriu que quando os níveis aumentaram de 600 ppm a 1.000 ppm e 2.500 ppm, houve estatisticamente reduções significativas no desempenho nos escritórios; em alguns casos o desempenho de tarefas chegou a ser classificado como “disfuncional” quando em níveis de 2.500 ppm.

 

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Apesar disso, os alunos estão expostos a níveis de dióxido de carbono que ultrapassam 3.000 ppm e então dizemos a eles que precisam melhorar o foco, a atenção e as notas para que possam competir com outros alunos internacionais em termos de alfabetização e demais padrões.

Dados compilados pelo Wisconsin Department of Health Services, OSHA, NIOSH e ACGIH, órgãos norte-americanos, indicaram que um nível de 1.000 ppm “indica ventilação inapropriada; queixas como dor de cabeça, fadiga e irritação dos olhos e da garganta ficam mais generalizadas; o nível de 1.000 ppm deve ser usado como limite máximo nos níveis internos” e níveis entre 2.000 e 5.000 ppm estão “…associados a dores de cabeça, sonolência e ar abafado, pesado, estagnado. Falta de concentração, perda de atenção, aumento da frequência cardíaca e enjoo leve também podem estar presentes”.

Os autores do estudo “O CO2 é um poluente de interior? Efeitos diretos de concentrações baixas a moderadas de CO2 no desempenho humano da tomada de decisão” também argumentam que o efeito de 2.500 ppm de dióxido de carbono equivale aproximadamente a uma concentração de 0,08 de álcool no sangue – acima do limite de 0,05 para condução de veículo.

Então, quais são os níveis característicos de CO2 nas salas de aula? Um estudo de 2002 com 120 salas de aula no Texas mostrou que 88% das salas de aulas tinham índices acima de 1.000 ppm e que, de forma alarmante, 21% das salas de aulas estavam com índices acima de 3.000 ppm.

Outro estudo da Universidade Técnica da Dinamarca, mostra ganhos de performance dos alunos em 14,5% em ambientes com uma boa qualidade do ar. Isso representa que um aluno é capaz de aprender em 06 anos o que ele aprenderia em 07. Nem precisa ser bom em matemática para enxergar o ganho financeiro para um país com investimentos nesse assunto.

A realidade mostra cada vez mais salas de aula com mais alunos e com menos espaço e janelas reduzidas, causam esse ambiente saturado.

 

Compostos Orgânicos Voláteis

Uma consequência adicional da ventilação inadequada é o acúmulo de outros contaminantes do ar interior, como os compostos orgânicos voláteis – COVs, incluindo o formaldeído.

Os COVs podem ser encontrados em diversos produtos de construção e manutenção utilizados nas salas de aula, incluindo tapetes, vinil, tintas, selantes, plásticos, produtos de madeira, móveis, eletrônicos, agentes de limpeza e tantos outros.

A toxicidade dos COVs varia. Muitos são conhecidos pelos efeitos significativos para a saúde: sabe-se que alguns são irritantes e que outros causam câncer (carcinogênicos), mutações, além de outros efeitos indesejáveis. Em ambientes externos, os COVs podem se dispersar facilmente antes de causarem efeitos para a saúde, mas em ambientes fechados, com pouca ventilação, como uma sala de aula, os COVs podem se acumular e criar perigo para a saúde.

Além de efeitos significativos para a saúde, uma equipe da Universidade da Califórnia, em Berkeley, liderada por Bill Fisk encontrou declínios cognitivos (raciocínio prejudicado) relacionados com a exposição a COVs em níveis típicos de um escritório que tinha sido renovado no ano anterior.

Muitas escolas na Austrália que tinham problemas antes e depois reduziram problemas associados com COVs, através de um enfoque mais forte na seleção do material e no gerenciamento da IAQ.

 

CONTAMINANTES MICROBIANOS

Outro grande problema é a capacidade do ar interior de espalhar infecções virais e bacterianas, sendo a proliferação de mofo um fator de contribuição especial.

Há uma crescente incidência de condições de saúde crônicas, como asma, viroses, alergias e outras sensibilidades. A asma é a principal causa de faltas nas escolas entre as crianças dos Estados Unidos.

Um estudo feito em 2003, mostrou que os efeitos nas escolas contaminadas por mofo nos Estados Unidos incluem reações alérgicas imediatas significativas em alunos e professores. Além disso, mais de dois anos depois da exposição, muitos desses alunos e professores continuaram a ter reações que não estavam presentes antes da exposição.

Isto tem implicações significativas para as escolas com o aquecimento do clima e o aumento no índice de infiltrações, associadas a inundações e vazamentos de água. O risco de problemas com mofo nas salas de aula tende a aumentar e trará consequências para a saúde das crianças nas escolas.

Este é um problema global.

Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde mostrou que os ambientes internos de baixa qualidade nas escolas são um problema importante em muitos países na região europeia, com problemas que incluem ambiente mal ventilado e abafado, umidade e mofo, temperaturas incômodas e sanitários em mau funcionamento.

Embora o relatório afirme que os países de renda alta têm políticas para melhorar a qualidade do ar interior nas escolas, inclusive com padrões para ventilação, a baixa qualidade da ventilação e o ar abafado nas salas de aula, principalmente durante as estações mais frias, continuam a ser um problema comum a todos. Isto tem tido efeitos negativos na saúde respiratória, no absenteísmo, no desempenho acadêmico e no bem-estar dos alunos.

A exposição ao mofo e à umidade também é comum em alguns países, enquanto a melhoria no saneamento e na higiene das escolas permanece sendo um desafio nos países em desenvolvimento. A infraestrutura deficiente e a manutenção inadequada das instalações são razões por trás da baixa satisfação dos alunos com sanitários e instalações de higiene e o escasso uso que fazem deles.

Existem problemas ambientais importantes nas escolas, que são essencialmente negligenciados. As pessoas responsáveis pela tomada de decisão devem analisar as evidências e certificar-se que as normas e regulamentações existentes sejam implementadas.

Recentemente, a prefeitura da cidade de Santos/ SP, licitou a compra de 3.000 aparelhos de ar condicionado do tipo Split para escolas do município. Apesar de ser uma ação com objetivo de trazer conforto aos alunos e professores, é uma catástrofe em relação a qualidade do ar interna.

Esse aparelho de ar condicionado, Split, é para uso apenas em ambientes residências. Para ser utilizado em ambientes não residenciais, deve ser feito adaptações como sistema de filtragem eficiente e renovação de ar, que permitam ao ambiente não ter um ar saturado.

O aparelho Split convencional não possui filtragem adequada e nem renovação de ar. Infelizmente me nosso pais esse tipo de equipamento vem sendo utilizado em aplicações não residências em larga escala e representa mais de 90% das vendas de aparelho de ar condicionado no Brasil.

Isso resulta em diversos ambientes com instalações irregulares, fora das normas técnicas e legislações brasileiras.

Um Programa de Qualidade do Ar em Escolas deve estar na agenda de desenvolvimento do país, principalmente quando o governo deseja ser uma PÁTRIA EDUCADORA.

 

Elaborado por: Eng. Leonardo Cozac – Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, especialista certificado em Qualidade do Ar Interno. Diretor da Conforlab www.conforlba.com.br

 

https://facilitiesservices.com.br/index.php/blog/518-a-qualidade-do-ar-nas-salas-de-aula-esta-sendo-negligenciada

A importância da Inspeção de mofo

O que é mofo?

O mofo é uma espécie de fungo que se desenvolve em superfícies úmidas. A maioria dos tipos de mofo se reproduz liberando milhares de estruturas microscópicas, os esporos, que são leves e podem percorrer longas distâncias, sendo levados pelo vento, pela água ou por animais em movimento. Quando o esporo pousa em uma superfície apropriada, inicia a formação dos primeiros filamentos do novo mofo. Esses esporos, se respirados pelas pessoas, pode causa diversas alergias ou doenças.

As análises de qualidade do ar e as análises de mofo são tão importantes para serem executados antes de comprar casas?

O mercado imobiliário tem crescido nos últimos anos. Mais e mais pessoas estão interessadas em comprar sua própria casa ou apartamento e há uma razão muito boa para isso – eles estão buscando a estabilidade e segurança. No entanto, existem alguns aspectos essenciais antes de se deslocar para a sua nova casa, se você está construindo sua própria casa ou você comprou de outra pessoa. Importante considerar a contratação de uma empresa de qualidade de ar e inspeção de mofo, a fim de garantir a casa é segura e livre de mofo.

O que é o análise de qualidade do ar?

Qualidade do ar interno, ou como conhecido como QAI, refere-se à qualidade do ar dentro de estruturas e edifícios e está diretamente ligado ao conforto e à saúde dos ocupantes desses locais. Existem muitos fatores que podem afetar a qualidade do ar e alguns exemplos muito bons são gases como radônio e monóxido de carbono, partículas e contaminantes microbianos, como o mofo. Os testes de qualidade do ar revelarão se o ar dentro de sua casa é saudável e até que ponto afeta sua saúde e a saúde dos outros membros da sua família.

O que é inspeção de mofo?

Quando a análise de qualidade do ar é realizado, você recebe informações sobre o estado da qualidade do ar dentro de sua casa e sobre os fatores que a contaminam. Análise de mofo é uma pequena parte do que é o teste de qualidade do ar. Implica tomar amostras diferentes de uma superfície ou do ar, que são então analisados, a fim de determinar se sua casa está infectada com mofo.

Por que eles são importantes?

É crucial que você contratar uma empresa de inspeção de mofo para ter uma verificação completa da casa antes de realmente cantar o contrato de compra e venda. Viver em uma casa que foi infectado com o mofo é extremamente perigoso para a sua saúde. Acredite ou não, ele pode causar algumas doenças graves e complicações de saúde. Fungos que formam o mofo são um dos mais notórios poluidores do ar interior e geralmente formam nas casas em locais com altos níveis de umidade. O mofo pode causar vermelhidão, alergias e problemas respiratórios que podem até levar à asma. A melhor maneira de combater o mofo é garantir que não há umidade dentro da casa. Uma empresa profissional pode ajudá-lo a se livrar do mofo de forma fácil e eficiente, pois estão totalmente equipados com todos os tipos de ferramentas e instrumentos necessários. Uma vez que você removeu o mofo de sua casa, fique atento para impedir que reapareça.

Fatores a valorizar antes de contratar uma empresa de testes de mofo

Existem diversas empresas no mercado oferecendo soluções para resolver problemas de mofo. Mas como na área médica, antes de tomar um remédio, você deve procurar um médico especialista para recomendar qual o tratamento. Por isso, você tem que prestar atenção a uma série de aspectos antes de recorrer a uma empresa específica. O primeiro passo para começar é com algumas pesquisas detalhadas na Internet. É o melhor lugar para ver quais as empresas que fornecem este tipo de serviços em sua região. Verifique sua experiência em inspeção ou consultoria em mofo, os tipos de serviços que eles fornecem, o tipo de equipamento que eles usam na realização de testes de qualidade do ar, seus preços, como qualificado seus funcionários são e assim por diante. Todos estes detalhes devem dar-lhe uma visão mais clara qual a melhor se adapta às suas necessidades e orçamento. Não contrate empresas que prestam serviços de limpeza, tratamento ou remediação de mofo para fazer a inspeção inicial. Há conflito de interesse.

E se houver a presença de mofo?

Segundo normas internacionais, o mofo em áreas acima de 1m2 deve ser remediado por profissional especializado, com procedimentos e equipamentos adequados. Isso para impedir que os esporos de espalhem pelo ambiente, preservando a saúde dos trabalhadores do local, moradores e demais usuários. Além disso, os esporos irão se depositar em outras superfícies do ambiente, que se úmidos poderão desenvolver novos focos de contaminação. A empresa especializada irá remediar o mofo, ou seja, limpar e retirar do local todo o mofo presente. Não se trata apenas de limpar com algum produto como cloro, como popularmente é difundido. Isso poderá deixar fungos mortos que irão provocar alergias e servir de alimento para novos microrganismos.

Como manter o mofo afastado

Os testes de mofo e empresa de remoção de mofo pode ter deixado sua casa livre do mofo, mas de agora em diante é seu dever manter estes esporos ruins longe de reentrar sua casa. É verdade que você não pode fazer uma casa à prova de mofo, mas o que você pode fazer é torná-lo resistente ao mofo. É recomendável que você verifique todos os cantos da sua casa de vez em quando, a fim de garantir que as áreas suscetíveis de alto nível de umidade não voltar a ter mais problemas. Se você secar a área o mais rápido possível, menos de 48 horas, você elimina a possibilidade de mofo para instalar novamente e crescer. É obrigatório que você também ventilar sua casa corretamente. Mesmo as atividades domésticas mais simples, como cozinhar ou tomar banho pode causar a instalação do mofo.

Em resumo, recorrendo aos serviços de uma empresa de qualidade do ar e testes de mofo é essencial antes de comprar uma casa. Especialistas realmente aconselham a recorrer a essas empresas pelo menos uma vez por ano, a fim de garantir a casa é limpa e saudável.

E se achar mofo na residência, chame uma empresa especializada. Se a remediação do mofo não for feita com qualidade pode espalhar mofo pela casa.

Importância da Inspeção de mofo

Como prevenir mofo no quarto

Como prevenir o mofo no quarto

A menos que você faça home-office, a maior parte do tempo dentro de casa é realmente gasto no quarto, dormindo. É por isso que o mofo no quarto é um dos mais problemáticos, enquanto você respira os alérgenos e as toxinas durante várias horas.

Causas comuns do mofo do quarto

Ao contrário da cozinha e do banheiro, onde a umidade constante do vapor é uma das principais causas do mofo, o mofo do quarto pode ser causado por condensação e umidade do ar (por exemplo, de condições climáticas).

Se você está pronto para fazer no seu quarto uma verificação de mofo, então você deve se concentrar primeiro em paredes, janelas e tetos. Paralelo a isso, você deve verificar pisos, roupas e até plantas, se você tiver no quarto, porque o mofo gosta todos esses lugares. E se você está curioso sobre o que o mofo prefere, você deve saber que o mofo gosta muito de áreas mal ventiladas.

Se você completou a verificação e tem certeza de que não há sinal de mofo, você está com sorte. Este é o momento certo de tomar algumas precauções para ajudar a evitar que o mofo cresça no seu quarto.

Por outro lado, no caso de você ter achado o mofo, não entre em pânico. Entre em contato com empresa especializada em Inspeção de Mofo. Eles irão realizar todos os testes necessários para identificação do mofo, e confirmar ou não suas suspeitas. Somente após o teste do mofo, você saberá com certeza se é um mofo e de que tipo você está lidando. Os especialistas em mofos irão então aconselhá-lo sobre quais novos passos você pode tomar e o que deve ser feito para remover o mofo.

Enquanto você dorme no seu quarto, passa muitas horas respirando o ar interior. Portanto, é importante entender os resultados das ações efetivas para remoção de mofo. Você mesmo pode fazer essa remoção apenas se o mofo no caso for menor que 1 m2 de área, ou seja, se o dano for pequeno. Em qualquer outro caso, é melhor deixar os profissionais fazerem esse trabalho. Uma vez que o quarto é limpo, certifique-se de evitar qualquer crescimento do mofo no futuro.

Criando um quarto resistente aos mofos

A ventilação é peça importante para a prevenção adequada do mofo. Todas as manhãs, quando você se levanta, abra todas as janelas do seu quarto e deixe-as abertas por pelo menos cinco minutos. Não só isso diminuirá o nível de umidade, mas assegurará que o ar fresco substitua o “ar noturno” estagnado. Mas no caso de você viver em um clima altamente úmido (por exemplo, no litoral), simplesmente abrir a janela não teria o mesmo efeito. Para manter o nível de umidade ideal, é melhor utilizar desumidificadores ou equipamentos de ar condicionado. Uma medição da umidade relativa do ar permitirá que você saiba como é seu quarto, e se simplesmente deixar suas janelas abertas será suficiente, ou se você precisa de algum equipamento.

Se houver tapetes, carpetes ou cortinas no quarto, ou em qualquer outro espaço, esteja ciente de que produtos porosos retêm muito material particulado. Eles servem como esponjas para partículas, e você pode estar respirando uma série de partículas que não existiriam se os tapetes não forem mantidos bem limpos ou removidos. Fazer uma medição com equipamento de contagem de partículas por um profissional de mofos e avaliar a condição dos tapetes em seu ambiente interno pode ser um bom investimento na sua saúde. Uma vez que a sujeira é basicamente comida orgânica para o mofo, é importante manter seu tapete limpo para impedir que o mofo cresça. Esses materiais porosos deverão ser limpos e aspirados regularmente, bem como garantir que estão sempre secos.

O fluxo de ar dentro do quarto é muito importante para a prevenção de mofo. Tendo isso em mente, é uma boa ideia manter seus móveis levemente afastados das paredes. Isso cria espaço suficiente para que o ar fresco circule entre as paredes e os móveis, o que irá secar qualquer umidade e evitar o desenvolvimento do mofo. Como o mofo gosta de poeira, você deve limpar os móveis do seu quarto regularmente para reduzir a poeira e a sujeira. Use um aspirador de pó com filtragem HEPA (alta eficiência), pois eles são capazes de remover os esporos do mofo do ar.

E as plantas

Você deve saber que aquelas belas plantas em sua casa podem estar hospedando convidados indesejados. Enquanto as plantas podem ser ótimas para manter o ar limpo na casa, eles também podem ser uma fonte de mofo. Não se esqueça de que o mofo adora a umidade e a matéria orgânica, e isso é exatamente o que as plantas podem fornecer. O mofo também pode ser encontrado na terra da planta e, às vezes, mesmo nas folhas. É por isso que é muito importante verificar suas plantas quanto a sinais de mofo sempre que você as molha. Veja mais de perto a terra da planta, e se você ver uma cobertura acinzentada, grande probabilidade de que o mofo já está lá.

A melhor maneira de lidar com o mofo na terra é retirá-la e descarta-la, colocar nova terra, replantar a planta e deixar a terra secar. Algumas maneiras para evitar o mofo nas plantas incluem a adição de um anti-fungos naturais ao solo, regando quando necessário e mantendo a planta limpa.

Como evitar o mofo no armário

Você provavelmente já percebeu o que um fungos e umidade juntos produzem. É exatamente o que você deve se preocupar quando se tem mofo no armário e como isso pode afetar não só as roupas, mas também a sua saúde. O uso de roupas com mofo de pode levar diretamente a problemas de saúde como alergias cutâneas e até respiratórias. Portanto, é muito importante evitar o mofo em sua roupa em primeiro lugar.

O mofo na roupa, em alguns casos, é o resultado de roupas úmidas sendo dobradas e armazenadas sem um período de secagem adequada. Com umidade e comida suficientes (dos materiais de vestuário), é apenas uma questão de tempo antes de sua roupa receber convidados indesejados. É por isso que é muito importante garantir que cada peça no seu guarda-roupa esteja bem seca antes de ser dobrada e armazenada no armário. Se o tempo permitir, deixe ao sol suas roupas o máximo possível. O ar e a luz do sol são uma boa arma contra o mofo no armário.

Você também deve saber sobre casos de mofo durante o armazenamento de roupas fora de temporada. Caixas organizadoras ou sacos são muitas vezes bem fechados e com apenas um pouco de umidade, eles podem se transformar em um reino de mofo. Portanto, antes de colocar tudo o que você não vai usar por algum tempo, assegure-se de que esteja bem seco. Uma boa ideia é deixar a roupa do lado de fora por algumas horas, pegar os raios de sol finais e um pouco de ar fresco. Também é muito importante verificar se as caixas organizadoras têm buracos para deixar entrar algum ar fresco. Se você tem medo de insetos encontrarem esse caminho, você pode adicionar uma odorizantes ou pequenos sacos de lavanda que atuarão como um repelente de insetos.

Se você tem um closet, então você deve fazer uma inspeção completa de mofo regularmente, o que inclui a paredes atrás das roupas, verificando o teto e o piso. Certifique-se de que não há manchas úmidas de um telhado com vazamento, e se você tiver uma janela, mantenha-o aberto o máximo possível ou instale uma ventilação.

Em qualquer caso, mantenha o armário sempre limpo e evite sobrecarregá-lo de roupas. Verifique as roupas que você não usa com frequência por quaisquer sinais de mofo.

Se você notar sinais de mofo ou mesmo cheiro de mofo, é melhor não tratá-lo por conta própria. Em vez disso, peça aos profissionais para testar o mofo (não se esqueça de que não é mofo até que seja testado). Somente após os resultados, eles instruirão quais as etapas que você devem tomar para impedir que o mofo se desenvolva ou, no pior dos casos, quais etapas são necessárias para remover o mofo do seu armário.

Como prevenir o mofo no quarto

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Seminário Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC do Ar Condicionado

Projeto de Lei Municipal de São Paulo.

Data: 21/02/2019

Local: Câmara Municipal de São Paulo – Vd. Jacareí, 100- 1º andar – Bela Vista.

Apoio da ABRAVA ao Vereador Gilberto Natalini na aprovação do Projeto de Lei Municipal que dispõe sobre a manutenção de instalações e equipamentos de sistemas de climatização. Debate sobre manutenção de ar-condicionado em edifícios de uso público e coletivo. A participação do setor e da sociedade para se adequar às necessidades de atendimento e observância dos parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Público-Alvo: Sociedade, Empresários, engenheiros e técnicos usuários do setor de climatização e refrigeração; Empreendedores e proprietários de redes de prestação de serviço (hospitais, hotéis, supermercados, lojas, restaurantes, shoppings centers etc.); Associações e Entidades Empresariais que compõem o setor; Autoridades Governamentais; Órgãos como CONFEA, CREA’s, ANVISA, COVISA, VISA entre outros; Imprensa.

Público estimado: 150 participantes.

Prévia da Programação:

08h30 – Credenciamento

09h00 – Abertura

Autoridades Convidadas

09h30 – Qualidade do Ar em Ambientes Climatizados

Engenheiro Leonardo Cozac

• Especialista em qualidade do ar interno, Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho formado pela Universidade Paulista;

• Diretor da Brasindoor – Sociedade Brasileira de Qualidade do Ar Interno;

• Participante do Green Building Council – Divisão de Qualidade do Ar de Interiores;

• Past President do Qualindoor – Departamento Nacional de Qualidade do Ar de Interiores e Vice-Presidente de Desenvolvimento Associativo da ABRAVA;

• Consultor Certificado de Qualidade do Ar de Interior pela ACAC – American Council for Accredited Certification;

• Diretor da Conforlab.

10h15 – Efeitos Legais do PMOC do Ar Condicionado

Engenheiro Arnaldo Parra

• Engenheiro Mecânico, de Refrigeração, de Ar Condicionado e Segurança do Trabalho;

• MBA – Administração de Empresas;

• Atuou em empresas de porte, tais como SEBRAE (07 anos), Thermotec (11 anos), Trane (12 anos);

• Vice-Presidente de Marketing da ABRAVA;

• Professor no Curso PMOC da ABRAVA.

11h00- Saúde e Ar Condicionado

Dra. Vera Lucia R. Fuess – Otorrinolaringologista.

· Formação Médica, Residência em Otorrinolaringologia e Doutorado na Faculdade de Medicina e Hospital das Clínicas da USP

· Especialização em Otologia na Universidade de Bordeaux – França

· Especialista em Medicina do Sono – Associação Brasileira de Medicina do Sono

· Professora Adjunta na Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes

· Sócia proprietária da NariClin – Clínica de Otorrinolaringologia e Laboratório de Sono em Mogi das Cruzes – SP

11h10- Perguntas e Respostas

Mediador: Eng. Gerson Catapano

· Engenheiro Mecânico;

· Presidente do Departamento Nacional de Instalação e Manutenção de Ar condicionado da ABRAVA;

· Diretor da SBCC – Sociedade Brasileira do Controle de Contaminação;

· Presidente DN Instalação e Manutenção da ABRAVA.

11h40- Substitutivo ao Projeto de Lei n° 110/2012.

Vereador Gilberto Natalini

· Médico Cirurgião Geral, formado pela Escola Paulista de Medicina em 1975. É especialista em Gastrocirurgia e membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva;

· Membro da APM – Associação Paulista de Medicina, participando como delegado representante da Capital, na década de 80;

· Chefe e cirurgião do Ambulatório Médico do Sindicato dos Condutores de São Paulo, de 1980 a 2004;

· Secretário Municipal de Saúde do Município de Diadema – SP, de janeiro de 1997 a junho de 2000;

· Secretário Municipal de Saúde do Município de São Lourenço da Serra – SP, de julho a dezembro de 2000;

· Presidente da Comissão de Meio ambiente da Câmara Municipal de São Paulo, em 2016;

· Em seus 4 mandatos como vereador em SP, tem se dedicado principalmente aos temas de meio ambiente, saúde, urbanismo e zeladoria de bairros.

Mais informações: https://www.sympla.com.br/seminario–pmoc-do-ar-condicionado—plano-de-manutencao-operacao-e-controle__444681