Tratamento de Água

A importância da Inspeção de mofo

O que é mofo?

O mofo é uma espécie de fungo que se desenvolve em superfícies úmidas. A maioria dos tipos de mofo se reproduz liberando milhares de estruturas microscópicas, os esporos, que são leves e podem percorrer longas distâncias, sendo levados pelo vento, pela água ou por animais em movimento. Quando o esporo pousa em uma superfície apropriada, inicia a formação dos primeiros filamentos do novo mofo. Esses esporos, se respirados pelas pessoas, pode causa diversas alergias ou doenças.

As análises de qualidade do ar e as análises de mofo são tão importantes para serem executados antes de comprar casas?

O mercado imobiliário tem crescido nos últimos anos. Mais e mais pessoas estão interessadas em comprar sua própria casa ou apartamento e há uma razão muito boa para isso – eles estão buscando a estabilidade e segurança. No entanto, existem alguns aspectos essenciais antes de se deslocar para a sua nova casa, se você está construindo sua própria casa ou você comprou de outra pessoa. Importante considerar a contratação de uma empresa de qualidade de ar e inspeção de mofo, a fim de garantir a casa é segura e livre de mofo.

O que é o análise de qualidade do ar?

Qualidade do ar interno, ou como conhecido como QAI, refere-se à qualidade do ar dentro de estruturas e edifícios e está diretamente ligado ao conforto e à saúde dos ocupantes desses locais. Existem muitos fatores que podem afetar a qualidade do ar e alguns exemplos muito bons são gases como radônio e monóxido de carbono, partículas e contaminantes microbianos, como o mofo. Os testes de qualidade do ar revelarão se o ar dentro de sua casa é saudável e até que ponto afeta sua saúde e a saúde dos outros membros da sua família.

O que é inspeção de mofo?

Quando a análise de qualidade do ar é realizado, você recebe informações sobre o estado da qualidade do ar dentro de sua casa e sobre os fatores que a contaminam. Análise de mofo é uma pequena parte do que é o teste de qualidade do ar. Implica tomar amostras diferentes de uma superfície ou do ar, que são então analisados, a fim de determinar se sua casa está infectada com mofo.

Por que eles são importantes?

É crucial que você contratar uma empresa de inspeção de mofo para ter uma verificação completa da casa antes de realmente cantar o contrato de compra e venda. Viver em uma casa que foi infectado com o mofo é extremamente perigoso para a sua saúde. Acredite ou não, ele pode causar algumas doenças graves e complicações de saúde. Fungos que formam o mofo são um dos mais notórios poluidores do ar interior e geralmente formam nas casas em locais com altos níveis de umidade. O mofo pode causar vermelhidão, alergias e problemas respiratórios que podem até levar à asma. A melhor maneira de combater o mofo é garantir que não há umidade dentro da casa. Uma empresa profissional pode ajudá-lo a se livrar do mofo de forma fácil e eficiente, pois estão totalmente equipados com todos os tipos de ferramentas e instrumentos necessários. Uma vez que você removeu o mofo de sua casa, fique atento para impedir que reapareça.

Fatores a valorizar antes de contratar uma empresa de testes de mofo

Existem diversas empresas no mercado oferecendo soluções para resolver problemas de mofo. Mas como na área médica, antes de tomar um remédio, você deve procurar um médico especialista para recomendar qual o tratamento. Por isso, você tem que prestar atenção a uma série de aspectos antes de recorrer a uma empresa específica. O primeiro passo para começar é com algumas pesquisas detalhadas na Internet. É o melhor lugar para ver quais as empresas que fornecem este tipo de serviços em sua região. Verifique sua experiência em inspeção ou consultoria em mofo, os tipos de serviços que eles fornecem, o tipo de equipamento que eles usam na realização de testes de qualidade do ar, seus preços, como qualificado seus funcionários são e assim por diante. Todos estes detalhes devem dar-lhe uma visão mais clara qual a melhor se adapta às suas necessidades e orçamento. Não contrate empresas que prestam serviços de limpeza, tratamento ou remediação de mofo para fazer a inspeção inicial. Há conflito de interesse.

E se houver a presença de mofo?

Segundo normas internacionais, o mofo em áreas acima de 1m2 deve ser remediado por profissional especializado, com procedimentos e equipamentos adequados. Isso para impedir que os esporos de espalhem pelo ambiente, preservando a saúde dos trabalhadores do local, moradores e demais usuários. Além disso, os esporos irão se depositar em outras superfícies do ambiente, que se úmidos poderão desenvolver novos focos de contaminação. A empresa especializada irá remediar o mofo, ou seja, limpar e retirar do local todo o mofo presente. Não se trata apenas de limpar com algum produto como cloro, como popularmente é difundido. Isso poderá deixar fungos mortos que irão provocar alergias e servir de alimento para novos microrganismos.

Como manter o mofo afastado

Os testes de mofo e empresa de remoção de mofo pode ter deixado sua casa livre do mofo, mas de agora em diante é seu dever manter estes esporos ruins longe de reentrar sua casa. É verdade que você não pode fazer uma casa à prova de mofo, mas o que você pode fazer é torná-lo resistente ao mofo. É recomendável que você verifique todos os cantos da sua casa de vez em quando, a fim de garantir que as áreas suscetíveis de alto nível de umidade não voltar a ter mais problemas. Se você secar a área o mais rápido possível, menos de 48 horas, você elimina a possibilidade de mofo para instalar novamente e crescer. É obrigatório que você também ventilar sua casa corretamente. Mesmo as atividades domésticas mais simples, como cozinhar ou tomar banho pode causar a instalação do mofo.

Em resumo, recorrendo aos serviços de uma empresa de qualidade do ar e testes de mofo é essencial antes de comprar uma casa. Especialistas realmente aconselham a recorrer a essas empresas pelo menos uma vez por ano, a fim de garantir a casa é limpa e saudável.

E se achar mofo na residência, chame uma empresa especializada. Se a remediação do mofo não for feita com qualidade pode espalhar mofo pela casa.

Importância da Inspeção de mofo

Como prevenir mofo no quarto

Como prevenir o mofo no quarto

A menos que você faça home-office, a maior parte do tempo dentro de casa é realmente gasto no quarto, dormindo. É por isso que o mofo no quarto é um dos mais problemáticos, enquanto você respira os alérgenos e as toxinas durante várias horas.

Causas comuns do mofo do quarto

Ao contrário da cozinha e do banheiro, onde a umidade constante do vapor é uma das principais causas do mofo, o mofo do quarto pode ser causado por condensação e umidade do ar (por exemplo, de condições climáticas).

Se você está pronto para fazer no seu quarto uma verificação de mofo, então você deve se concentrar primeiro em paredes, janelas e tetos. Paralelo a isso, você deve verificar pisos, roupas e até plantas, se você tiver no quarto, porque o mofo gosta todos esses lugares. E se você está curioso sobre o que o mofo prefere, você deve saber que o mofo gosta muito de áreas mal ventiladas.

Se você completou a verificação e tem certeza de que não há sinal de mofo, você está com sorte. Este é o momento certo de tomar algumas precauções para ajudar a evitar que o mofo cresça no seu quarto.

Por outro lado, no caso de você ter achado o mofo, não entre em pânico. Entre em contato com empresa especializada em Inspeção de Mofo. Eles irão realizar todos os testes necessários para identificação do mofo, e confirmar ou não suas suspeitas. Somente após o teste do mofo, você saberá com certeza se é um mofo e de que tipo você está lidando. Os especialistas em mofos irão então aconselhá-lo sobre quais novos passos você pode tomar e o que deve ser feito para remover o mofo.

Enquanto você dorme no seu quarto, passa muitas horas respirando o ar interior. Portanto, é importante entender os resultados das ações efetivas para remoção de mofo. Você mesmo pode fazer essa remoção apenas se o mofo no caso for menor que 1 m2 de área, ou seja, se o dano for pequeno. Em qualquer outro caso, é melhor deixar os profissionais fazerem esse trabalho. Uma vez que o quarto é limpo, certifique-se de evitar qualquer crescimento do mofo no futuro.

Criando um quarto resistente aos mofos

A ventilação é peça importante para a prevenção adequada do mofo. Todas as manhãs, quando você se levanta, abra todas as janelas do seu quarto e deixe-as abertas por pelo menos cinco minutos. Não só isso diminuirá o nível de umidade, mas assegurará que o ar fresco substitua o “ar noturno” estagnado. Mas no caso de você viver em um clima altamente úmido (por exemplo, no litoral), simplesmente abrir a janela não teria o mesmo efeito. Para manter o nível de umidade ideal, é melhor utilizar desumidificadores ou equipamentos de ar condicionado. Uma medição da umidade relativa do ar permitirá que você saiba como é seu quarto, e se simplesmente deixar suas janelas abertas será suficiente, ou se você precisa de algum equipamento.

Se houver tapetes, carpetes ou cortinas no quarto, ou em qualquer outro espaço, esteja ciente de que produtos porosos retêm muito material particulado. Eles servem como esponjas para partículas, e você pode estar respirando uma série de partículas que não existiriam se os tapetes não forem mantidos bem limpos ou removidos. Fazer uma medição com equipamento de contagem de partículas por um profissional de mofos e avaliar a condição dos tapetes em seu ambiente interno pode ser um bom investimento na sua saúde. Uma vez que a sujeira é basicamente comida orgânica para o mofo, é importante manter seu tapete limpo para impedir que o mofo cresça. Esses materiais porosos deverão ser limpos e aspirados regularmente, bem como garantir que estão sempre secos.

O fluxo de ar dentro do quarto é muito importante para a prevenção de mofo. Tendo isso em mente, é uma boa ideia manter seus móveis levemente afastados das paredes. Isso cria espaço suficiente para que o ar fresco circule entre as paredes e os móveis, o que irá secar qualquer umidade e evitar o desenvolvimento do mofo. Como o mofo gosta de poeira, você deve limpar os móveis do seu quarto regularmente para reduzir a poeira e a sujeira. Use um aspirador de pó com filtragem HEPA (alta eficiência), pois eles são capazes de remover os esporos do mofo do ar.

E as plantas

Você deve saber que aquelas belas plantas em sua casa podem estar hospedando convidados indesejados. Enquanto as plantas podem ser ótimas para manter o ar limpo na casa, eles também podem ser uma fonte de mofo. Não se esqueça de que o mofo adora a umidade e a matéria orgânica, e isso é exatamente o que as plantas podem fornecer. O mofo também pode ser encontrado na terra da planta e, às vezes, mesmo nas folhas. É por isso que é muito importante verificar suas plantas quanto a sinais de mofo sempre que você as molha. Veja mais de perto a terra da planta, e se você ver uma cobertura acinzentada, grande probabilidade de que o mofo já está lá.

A melhor maneira de lidar com o mofo na terra é retirá-la e descarta-la, colocar nova terra, replantar a planta e deixar a terra secar. Algumas maneiras para evitar o mofo nas plantas incluem a adição de um anti-fungos naturais ao solo, regando quando necessário e mantendo a planta limpa.

Como evitar o mofo no armário

Você provavelmente já percebeu o que um fungos e umidade juntos produzem. É exatamente o que você deve se preocupar quando se tem mofo no armário e como isso pode afetar não só as roupas, mas também a sua saúde. O uso de roupas com mofo de pode levar diretamente a problemas de saúde como alergias cutâneas e até respiratórias. Portanto, é muito importante evitar o mofo em sua roupa em primeiro lugar.

O mofo na roupa, em alguns casos, é o resultado de roupas úmidas sendo dobradas e armazenadas sem um período de secagem adequada. Com umidade e comida suficientes (dos materiais de vestuário), é apenas uma questão de tempo antes de sua roupa receber convidados indesejados. É por isso que é muito importante garantir que cada peça no seu guarda-roupa esteja bem seca antes de ser dobrada e armazenada no armário. Se o tempo permitir, deixe ao sol suas roupas o máximo possível. O ar e a luz do sol são uma boa arma contra o mofo no armário.

Você também deve saber sobre casos de mofo durante o armazenamento de roupas fora de temporada. Caixas organizadoras ou sacos são muitas vezes bem fechados e com apenas um pouco de umidade, eles podem se transformar em um reino de mofo. Portanto, antes de colocar tudo o que você não vai usar por algum tempo, assegure-se de que esteja bem seco. Uma boa ideia é deixar a roupa do lado de fora por algumas horas, pegar os raios de sol finais e um pouco de ar fresco. Também é muito importante verificar se as caixas organizadoras têm buracos para deixar entrar algum ar fresco. Se você tem medo de insetos encontrarem esse caminho, você pode adicionar uma odorizantes ou pequenos sacos de lavanda que atuarão como um repelente de insetos.

Se você tem um closet, então você deve fazer uma inspeção completa de mofo regularmente, o que inclui a paredes atrás das roupas, verificando o teto e o piso. Certifique-se de que não há manchas úmidas de um telhado com vazamento, e se você tiver uma janela, mantenha-o aberto o máximo possível ou instale uma ventilação.

Em qualquer caso, mantenha o armário sempre limpo e evite sobrecarregá-lo de roupas. Verifique as roupas que você não usa com frequência por quaisquer sinais de mofo.

Se você notar sinais de mofo ou mesmo cheiro de mofo, é melhor não tratá-lo por conta própria. Em vez disso, peça aos profissionais para testar o mofo (não se esqueça de que não é mofo até que seja testado). Somente após os resultados, eles instruirão quais as etapas que você devem tomar para impedir que o mofo se desenvolva ou, no pior dos casos, quais etapas são necessárias para remover o mofo do seu armário.

Como prevenir o mofo no quarto

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Seminário Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC do Ar Condicionado

Projeto de Lei Municipal de São Paulo.

Data: 21/02/2019

Local: Câmara Municipal de São Paulo – Vd. Jacareí, 100- 1º andar – Bela Vista.

Apoio da ABRAVA ao Vereador Gilberto Natalini na aprovação do Projeto de Lei Municipal que dispõe sobre a manutenção de instalações e equipamentos de sistemas de climatização. Debate sobre manutenção de ar-condicionado em edifícios de uso público e coletivo. A participação do setor e da sociedade para se adequar às necessidades de atendimento e observância dos parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Público-Alvo: Sociedade, Empresários, engenheiros e técnicos usuários do setor de climatização e refrigeração; Empreendedores e proprietários de redes de prestação de serviço (hospitais, hotéis, supermercados, lojas, restaurantes, shoppings centers etc.); Associações e Entidades Empresariais que compõem o setor; Autoridades Governamentais; Órgãos como CONFEA, CREA’s, ANVISA, COVISA, VISA entre outros; Imprensa.

Público estimado: 150 participantes.

Prévia da Programação:

08h30 – Credenciamento

09h00 – Abertura

Autoridades Convidadas

09h30 – Qualidade do Ar em Ambientes Climatizados

Engenheiro Leonardo Cozac

• Especialista em qualidade do ar interno, Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho formado pela Universidade Paulista;

• Diretor da Brasindoor – Sociedade Brasileira de Qualidade do Ar Interno;

• Participante do Green Building Council – Divisão de Qualidade do Ar de Interiores;

• Past President do Qualindoor – Departamento Nacional de Qualidade do Ar de Interiores e Vice-Presidente de Desenvolvimento Associativo da ABRAVA;

• Consultor Certificado de Qualidade do Ar de Interior pela ACAC – American Council for Accredited Certification;

• Diretor da Conforlab.

10h15 – Efeitos Legais do PMOC do Ar Condicionado

Engenheiro Arnaldo Parra

• Engenheiro Mecânico, de Refrigeração, de Ar Condicionado e Segurança do Trabalho;

• MBA – Administração de Empresas;

• Atuou em empresas de porte, tais como SEBRAE (07 anos), Thermotec (11 anos), Trane (12 anos);

• Vice-Presidente de Marketing da ABRAVA;

• Professor no Curso PMOC da ABRAVA.

11h00- Saúde e Ar Condicionado

Dra. Vera Lucia R. Fuess – Otorrinolaringologista.

· Formação Médica, Residência em Otorrinolaringologia e Doutorado na Faculdade de Medicina e Hospital das Clínicas da USP

· Especialização em Otologia na Universidade de Bordeaux – França

· Especialista em Medicina do Sono – Associação Brasileira de Medicina do Sono

· Professora Adjunta na Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes

· Sócia proprietária da NariClin – Clínica de Otorrinolaringologia e Laboratório de Sono em Mogi das Cruzes – SP

11h10- Perguntas e Respostas

Mediador: Eng. Gerson Catapano

· Engenheiro Mecânico;

· Presidente do Departamento Nacional de Instalação e Manutenção de Ar condicionado da ABRAVA;

· Diretor da SBCC – Sociedade Brasileira do Controle de Contaminação;

· Presidente DN Instalação e Manutenção da ABRAVA.

11h40- Substitutivo ao Projeto de Lei n° 110/2012.

Vereador Gilberto Natalini

· Médico Cirurgião Geral, formado pela Escola Paulista de Medicina em 1975. É especialista em Gastrocirurgia e membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva;

· Membro da APM – Associação Paulista de Medicina, participando como delegado representante da Capital, na década de 80;

· Chefe e cirurgião do Ambulatório Médico do Sindicato dos Condutores de São Paulo, de 1980 a 2004;

· Secretário Municipal de Saúde do Município de Diadema – SP, de janeiro de 1997 a junho de 2000;

· Secretário Municipal de Saúde do Município de São Lourenço da Serra – SP, de julho a dezembro de 2000;

· Presidente da Comissão de Meio ambiente da Câmara Municipal de São Paulo, em 2016;

· Em seus 4 mandatos como vereador em SP, tem se dedicado principalmente aos temas de meio ambiente, saúde, urbanismo e zeladoria de bairros.

Mais informações: https://www.sympla.com.br/seminario–pmoc-do-ar-condicionado—plano-de-manutencao-operacao-e-controle__444681

Conforlab_ 01 fevereiro

Como a poluição do ar se esconde dentro dos escritórios

Você sente cansaço, dores de cabeça e sensação de sufocamento em seu local de trabalho? Pois saiba que a culpa pode ser da qualidade do ar!

Matéria publicada em dezembro – e que linkamos abaixo – mostra como esse problema é comum em diversas partes do mundo.

Em busca de maior conforto térmico e isolamento de ruídos, muitas empresas optam por adotar ambientes climatizados. Esquecem, porém, de cuidar da capacidade de renovação do ar do local bem como de cuidar corretamente dos aparelhos de ar condicionado.

Como podemos ver na matéria ao negligenciar essas questões, acabam tendo um ambiente de trabalho inseguro e não saudável, afetando o bem-estar e produtividade de seus funcionários.

Clique no link abaixo e entenda mais sobre a gravidade desse problema e porque deve se atentar ao mesmo.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/12/19/como-a-poluicao-do-ar-se-esconde-dentro-dos-escritorios.ghtml

 

Os benefícios “escondidos” de um sistema de Ar-Condicionado – por Eng. Leonardo Cozac

O calor intenso tem feito parte do nosso dia a dia! E, com ele o desejo de estar em um ambiente com ar condicionado, aumenta. Felizes são aqueles que dispõe dessa maravilha da engenharia moderna, tão necessária hoje em dia. O que muitos não sabem é que esse equipamento pode proporcionar, além do conforto térmico, um ambiente muito mais saudável!

Vivemos atualmente em grandes centros urbanos, onde a poluição do ar nas cidades afeta a saúde de milhões de pessoas todos os anos. A Organização Mundial da Saúde – OMS estima que mais de 5 milhões de pessoas morrem no mundo devido à problemas de poluição do ar. E, é essa mesma poluição que entra diariamente em nossas casas e escritórios.

Conforme dados do Qualindoor – Departamento de Qualidade do Ar de Interiores da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento, uma pessoa respira cerca de 10 mil litros de ar por dia e passam 85% dele dentro de ambientes fechados, estes normalmente climatizados, como hospitais, escritórios, academias, bancos, carros, entre outros.

As pessoas se preocupam com a poluição do ar atmosférico, mas, dos ambiente fechados não. Ao ar livre muitas vezes podemos ver ou sentir a poluição, mas, em ambientes fechados é invisível! E,  como não é observado o problema, costumamos ignorá-lo.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA  – EPA, a qualidade do ar interno pode ser de 2 a 5 vezes pior que o ar externo, isso devido a uma série de eventos perigosos que ocorrem dentro de um ambiente fechado que poluem o ar. Entre os mais comuns estão: o uso de produtos de limpeza com alta emissão de compostos orgânicos voláteis; procedimentos de limpeza inapropriados; falta de manutenção do sistema de ar-condicionado; infiltrações ou umidade excessiva que propiciam o desenvolvimento de mofo.  Essas situações impactam na saúde das pessoas, afetam a produtividade, elevando assim as custas médicas da família e das empresas.

A boa notícia que muitos não sabem, é que os sistemas de climatização podem melhorar a qualidade do ar que respiramos, além de,  garantir o desejado conforto térmico para todos os níveis de temperatura desejadas. Para isso, basta ter em operação o sistema adequado!

Quando um sistema é corretamente projetado, instalado e mantido, ele possui a característica de tratar os poluentes do ar externo e interno. Isso, através da filtragem e renovação do ar que respiramos. Os sistemas de climatização possuem filtros de ar, usados para retenção de partículas de poeira existentes no ar dos grandes centros urbanos. Além de, os sistemas de captação de ar externo,  que reduzem poluentes químicos e biológicos dentro dos ambientes.

Mas atenção, esses benefícios de uma melhor qualidade do ar por meio do ar condicionado, só serão obtidos em sistemas de climatização feitos e mantidos por profissionais habilitados, pois, normalmente os sistemas do tipo Split não possuem a característica de renovação do ar. Requerendo assim, a instalação da renovação de ar como complemento para a instalação. O filtro de ar original de equipamentos do tipo split são de baixa eficiência contra as partículas que afetam à saúde dos seres humanos.

Por todos os pontos apontados neste artigo recomendo sempre, que para que se tenha um sistema de ar-condicionado adequado, funcionando corretamente e com os benefícios que pode oferecer, procure um profissional qualificado e habilitado para cuidar do seu sistema de climatização. Com isso, será possível o aproveitamento 100% do equipamento, com todos os benefícios que não sabia ao adquirir um sistema de ar-condicionado.

Por isso sempre falamos, “Ar condicionado é bom e faz bem”.

Eng. Leonardo Cozac – Engenheiro Civil e Segurança do Trabalho, especialista certificado em qualidade do ar interno, VP de desenvolvimento profissional da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, membro do Qualindoor da ABRAVA e Diretor da Conforlab

http://abrava.com.br/?p=15290

Como a poluição do ar se esconde dentro dos escritórios

Chris Birch tinha pavor das reuniões de fim de tarde no antigo escritório da Hilson Moran, consultoria de engenharia, na cidade de Stretford, em Manchester, no Reino Unido.

“Você ficava sentado por três horas na reunião, com um pouco de dor de cabeça, se sentindo cansado e sufocado”, lembra Birch, diretor de sustentabilidade da empresa.

As janelas das salas de reunião (e do restante do escritório) ficavam fechadas durante o ano todo; no inverno, para proteger do frio, e no verão para impedir a entrada de partículas poluentes, como dióxido de carbono e dióxido de nitrogênio, provenientes dos escapamentos dos carros.

Mas o ato de vedar o prédio fazia com que a respiração de cada funcionário durante as longas horas de reunião elevasse o nível de dióxido de carbono na sala, causando sonolência e dores de cabeça.

“O problema que tivemos durante 20 anos no escritório era que quando ficava abafado ou quente, você abria a janela para ventilar e era atingido por uma parede de ruído e poluição”, diz Birch.

 

Obviamente, a dinâmica deste local de trabalho não é única – tampouco a sensação da cabeça latejando e até mesmo dificuldade para respirar à medida que passamos a maior parte do dia confinados dentro de um escritório.

Ter ar-condicionado não ajuda, a menos que o sistema inclua os filtros adequados, já que o ar externo – potencialmente cheio de poluentes – é sugado para dentro do prédio e circula pelo escritório.

Mas ainda não há uma grande conscientização sobre o tema. Costumamos observar a qualidade do ar atmosférico, mas não em ambientes fechados.

Cath Noakes, professora do departamento de engenharia civil da Universidade de Leeds, no Reino Unido, que pesquisa a qualidade do ar em lugares fechados, diz que a questão tem sido negligenciada há muito tempo porque “é muito menos óbvia”.

 

Vilã invisível

“Ao ar livre, quando há muita poluição, você pode ver, sentir e cheirar. Mas em lugares fechados, muitas vezes você não consegue detectar o que está lá. Quando as pessoas não conseguem ver algo, elas descartam aquilo”, explica.

Mas não deveriam. Os impactos da má qualidade do ar na saúde são bem conhecidos – a poluição atmosférica tem sido associada a infecções do trato respiratório, câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Um estudo de dois anos, publicado pela revista científica The Lancet, descobriu que 6,5 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano em decorrência da baixa qualidade do ar.

E a produtividade também é afetada – um estudo de 2014 com trabalhadores rurais mostrou que para cada 10 microgramas de partículas poluentes PM2,5 presentes no ar, a produtividade cai US$ 0,41 por hora.

Em geral, as pessoas pensam que a solução é fugir para dentro de casa – mas isso não é verdade. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), a poluição do ar em ambientes fechados costuma ser entre duas e cinco vezes maior que ao ar livre – e pode chegar, em níveis extremos, a ser 100 vezes mais nociva.

“O ar no interior dos ambientes contém a poluição que está do lado de fora, além daquela que você adiciona dentro ao cozinhar, usar produtos de limpeza ou materiais de construção”, explica Matthew S. Johnson, diretor de ciências do Airlabs, que instala filtros de ar com tecnologia que remove 95% de poluentes atmosféricos e gases nocivos.

Segundo The Lancet, 800 mil pessoas morrem a cada ano devido à má qualidade do ar em seus locais de trabalho.

“Além disso, a ‘síndrome do edifício doente’ pode causar dores de cabeça e perda de produtividade”, diz Johnson.

A maior parte dos aparatos tecnológicos para limpeza do ar interno vem de engenheiros da Ásia, onde a dependência de combustíveis fósseis e a frágil regulamentação deram origem a algumas das cidades mais poluídas do mundo.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgados no início deste ano, 14 das 20 cidades mais poluídas do mundo estão na Índia, e várias cidades chinesas também são seriamente afetadas.

“A China continua na frente no que diz respeito ao monitoramento da qualidade do ambiente interno, em parte devido à presença da poluição atmosférica em áreas significativas do país”, disse Matthew Clifford, responsável pelo setor de energia e sustentabilidade para a região Ásia-Pacífico da consultoria imobiliária JLL.

“Além de evitar os impactos negativos da baixa qualidade do ar, melhorar o ar interno traz muitos benefícios, como aumento da produtividade, o que tem impacto direto nos resultados financeiros das empresas.”

 

Em Pequim, conhecida pelos altos índices de poluição, um relatório de 2015 da JLL e da consultoria ambiental Pure Living revelou que 90% dos prédios corporativos não estavam conseguindo reduzir significativamente os poluentes nos dias em que o ar está mais contaminado. Mas as pessoas estão se mobilizando.

Lenta conscientização

O número de purificadores de ar na China está subindo significativamente, quase dobrou de 2012 para 2013 – uma época em que a poluição estava particularmente alta – e saltou de 3,1 milhões em 2013 para 7,5 milhões no fim de 2018, segundo a consultoria Euromonitor.

Um relatório do ano passado mostrou que os fabricantes estavam inovando para atender à demanda, “usando nanotecnologia, aprimorando a eficiência energética e reduzindo os níveis de ruído”.

As empresas também estão vendo os benefícios do investimento. Em Pequim e Xangai, por exemplo, grandes companhias, como a WPP e a PriceWaterhouse Coopers, instalaram sistemas de filtro de ar em seus escritórios, numa tentativa de reter bons profissionais.

O hotel Cordis, em Xangai, inaugurado em 2017, anuncia entre seus serviços o fato de oferecer “a mais recente tecnologia de sistema de filtro” que mantém a qualidade do ar interno.

A conscientização e inovação não se restringem à Ásia. A Airlabs está instalando sistemas de purificação do ar em estabelecimentos comerciais de Londres. Algumas empresas reconheceram que os níveis de dióxido de nitrogênio dentro das lojas no centro da cidade eram semelhantes aos níveis registrados nas ruas.

A primeira loja a adotar a tecnologia Airlabs, que filtra 1,8 mil metros cúbicos de ar por hora, foi a da marca Stella McCartney, em Old Bond Street.

No momento, ainda não há regras rígidas sobre o padrão do ar que respiramos em ambientes fechados ao redor do mundo, embora a OMS tenha desenvolvido diretrizes para a qualidade do ar interno em 2009.

A EPA fornece orientação “não-regulatória” nos EUA, enquanto o Instituto Nacional para Excelência em Saúde e Cuidado do Reino Unido está desenvolvendo diretrizes – não regras – para a qualidade do ar em residências no país.

A expectativa é que as diretrizes sejam publicadas no próximo ano, e tudo indica que vão incluir possíveis intervenções para remover eventuais fontes de poluição e introduzir filtros de ar como padrão.

Os especialistas não acreditam, no entanto, nos benefícios de uma regulamentação rígida. Estabelecer simplesmente um limite de um milhão de partículas poluentes dentro de casa pode ser arbitrário. Cada prédio é diferente, e os dados não levam em conta os visitantes de escritórios, por exemplo, cuja respiração pode elevar os índices de poluição acima dos níveis considerados seguros.

 

“Deve haver mais responsabilidade por parte das organizações que gerenciam os prédios”, diz Noakes, da Universidade de Leeds. “Mas você vai regulamentar isso? Essa é uma pergunta difícil”.

Para a sorte daqueles que ficam confinados em escritórios todos os dias, cada vez mais empresas estão se conscientizando. Philip Whitaker, executivo-chefe da AAF Flanders, maior fabricante de filtros de ar do mundo, disse que sua companhia “vê enormes oportunidades de crescimento na Ásia e na Europa diante da crescente necessidade de purificadores de ar”.

Vida nova

Há alguns anos, Chris Birch, e o restante da Hilson Moran, se mudaram para um prédio novo em Manchester. Isso permitiu que eles projetassem o local de trabalho do zero e resolvessem o problema na origem.

Algumas medidas eram óbvias, como a instalação de filtros de ar que eliminam alguns dos poluentes mais nocivos. Também investiram em monitores de qualidade do ar que checam continuamente os níveis de dióxido de carbono, dióxido de nitrogênio e partículas no ar interno – e avisam caso atinjam um nível inaceitável.

O escritório também ficou muito mais sustentável.

“Analisamos uma pesquisa da Nasa (agência espacial americana) sobre plantas que limpam ativamente o ar”, diz Birch. E escolheram algumas espécies da lista das 10 mais eficientes para colocar no novo escritório.

Segundo ele, havia ainda a questão do “cheiro de carro novo”. Esse cheiro é produzido por compostos orgânicos voláteis de tintas, adesivos, móveis e tapetes do prédio, que são liberados no ar ao longo de vários anos em um processo conhecido como “offgassing”, explica Noakes.

Para evitar isso, a Hilson Moran se empenhou em buscar materiais com baixo teor de poluentes para seus móveis e materiais de escritório, certificados pelo International WELL Building Institute, que supervisiona o padrão WELL. Alguns acessórios são feitos de cascas de batata coladas com o próprio amido do tubérculo.

Não foi uma tarefa fácil. “Muitos dos fabricantes de móveis e carpetes naquela época ainda não tinham entendido isso”, explica Birch.

A empresa só tinha alguns fornecedores prontos para atender ao padrão WELL. Mas dois anos depois, o número de fabricantes e o leque de produtos que eles oferecem aumentou.

A Hilson Moran ficou tão orgulhosa do novo escritório que submeteu à certificação do International WELL Building Institute. E passou no teste, se tornando o terceiro escritório no Reino Unido – e o primeiro fora de Londres na época – a conseguir o selo.

Ao mesmo tempo, a empresa pediu à equipe para preencher uma pesquisa padrão de bem estar dos funcionários, com base em uma metodologia sobre ocupação de edifícios. Eles tinham respondido o mesmo questionário sobre o escritório antigo, em que ficaram entre os 10% prédios corporativos piores avaliados de um total de 650.

“Fizemos a pesquisa novamente neste escritório e ficamos no top 2%”, diz ele.

“Não sinto uma diferença tangível na qualidade do ar”, admite Birch.

Mas ele agora consegue ficar acordado durante as longas reuniões da tarde – e sem ter dor de cabeça.

 

Fonte

Conforlab_ 28 novembro

Qual periodicidade para realizar a Análise de Legionella?

A Legionella é uma bactéria comum e perigosa, sendo capaz de ocasionar doenças como a do Legionário, uma pneumonia de alta gravidade. Antes de contratar análises laboratoriais para descobrir se seu ambiente está contaminado, procure um profissional avaliador de riscos da Legionella.

Ele irá realizar uma inspeção em suas instalações verificando a necessidade, ou não, da análise bem como a periodicidade a ser realizada. Geralmente, quando há identificação de necessidade de análise, essas são realizadas em locais onde há água em aerossol, como torres de resfriamento, chuveiros, fontes, etc.

Em caso positivo para a presença da bactéria o tratamento irá depender a cada situação. O cloro ou aquecimento da água, porém, são opções comuns.

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Conforlab_ 10 dezembro

O que é a RE 09

O aumento dos ambientes climatizados no Brasil junto com o surgimento de estudos que mostram os riscos da poluição do ar de interiores motivou a RE 09 da ANVISA. Publicada em janeiro de 2003 a RE 09 é uma orientação técnica sobre os padrões de referência de qualidade do ar interior em ambientes climatizados.

É pelo RE 09 que a Análise da Qualidade do Ar Interior se pauta, permitindo que a sua empresa adeque seu meio ambiente às exigências da agência reguladora. Lembre-se: um ar interno de boa qualidade melhora a saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho, a produtividade, motivação e engajamento.

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Concentrações de dióxido de carbono ilegais e falta de qualidade dos lares motivam investigação da Universidade do Porto.

Concentrações de dióxido de carbono ilegais e falta de qualidade dos lares motivam investigação da Universidade do Porto.

https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/fraca-qualidade-do-ar-e-concentracoes-de-dioxido-de-carbono-ilegais-levam-universidade-do-porto-a-analisar-lares

Resolução 09 da Anvisa

Eng. Leonardo Cozac  da Conforlab fala sobre a Resolução 09 da Anvisa